São Roque de Minas

Temporada 3 – Brasil

São Paulo

ETAPA 3 – São Roque de Minas

Nota-01 – Oi pessoal ^^. Agora que estamos com o twitter vou recorrer ao blog apeans para anotações, ou para descrever algo mais detalhadamente. Mas isso será com frequencia menor. O dia hj foi muito bom. Saí de São Paulo e seguimos para São Roque de Minas a convite do Professor Miguel, um especialista em Pokemons de cerrado. Cheguei no centro Pokemon as 20:15 e fui bem recebido pela enfermeira Joy do local. Assim que cheguei deixei meus pokemons saírem das pokebolas e se divertirem um pouco. Acho que pela manhã seguirei até a casa do professor Miguel para podermos conversar sobre seus estudos com Geodudes.  ^^.

Nota-02 – Então… no fim de semana fui conhecer o laboratório do prof. Miguel, e para quem esperava um mega lab. como os que visitei em minhas outras viagens pode esquecer. O laboratorio do professor ficava em uma sala emprestada no prédio da escola municipal da cidade, e consistia em alguns microscópios e três computadores, dos quais um é lap top, que Miguel leva para o posto avançado na serra da Canastra. Jantamos depois no restaurante Zagaia, muuuito simpatico por sinal. Comi demais da conta!!!

Nota-03- Gente… mil desculpas por ficar tanto tempo sem dar notícias. As chuvas nos deixaram prezos no chalé, e prof. Miguel disse que a muito tempo não caía tanta água assim. As trilhas estavam encharcadas de barro e estava impossível de transitar. Encontrar Geodudes assim seria muito difícil, então ficamos conversando no chalé, enquanto ele conhecia meus pokémons e eu conhecia os dele. Mudkip, o principal pokemon do prof. é uma simpatia e com frequencia saia para brincar na lama e na chuva. Isso deixava Miguel irritado, pois Mudkip tinha de ficar fora até se limpar ou, é claro, nós o limpávamos. A paisagem da Serra da Canastra sob o temporal era assustadora, com raios cortando os céus em direção ao chão. Uma noite tive a impressão de ter visto um Umbreon selvagem caçando, um pokemon raro, tentei fazer uma foto, mas não tive sucesso. E outro dia, enquanto olhava pela janela do chalé, tenho certeza que vi um scyther… enfim… continuamos aqui na serra esperando o tempo melhorar, em breve sairemos em busca de uma caverna de geodudes.

Nota-04- O dia amanheceu com sol brilhando no horizonte, e eu e Miguel, com mochilas nas costas, logo caímos na trilha que descia as intrincadas encostras da reserva. Mudkip saltitava na frente apontando o caminho, e por algumas vezes prof. Miguel parou e me explicou algumas coisas, como por exemplo, como rastrear os Geodudes. “Vê como essa pedra está lascada? É um sinal claro de que Geodudes passam por aqui frequentemente, sempre batendo nessa rocha… deixando suas marcas”- disse o professor. Os Geodudes desenham trilhas pela reserva que são usadas por todo tipo de animal… eles são uma espécie de desbravadores. Enquanto descíamos pela trilha encontramos uma coisa estranha. PArecia uma lâmina de metal encaixada no chão, criando uma curva na trilha. “Estranho, se os Geodudes descerem rolando por aqui, vão bater nessa lamina e se desviar do caminho!” disse o Prof. Realmente aquilo era obra de uma pessoa, mas o problema é que olhando mais atentamente, a mata ja estava bem aberta se seguíssemos o caminho que a lâmina apontava… “eu acho que Geodudes ja caíram nessa armadilha professor.” – eu disse.

Nota-05 – Acampamos fora do chalé dessa vez, para evitarmos de voltar o caminho. Meu Flareon acendeu uma fogueira para nos aquecermos e passamos uma noite (seca) e agradável dormindo na pequena barraca. No dia seguinte seguimos a trilha e encontramos mais rastros de Geodudes. Prof. Miguel me disse que os Geodudes são difíceis de serem parados quando começam um rolamento, talvez, por isso, mesmo desviando-se de seu caminho eles tenham continuado descendo. “Ja vi caçadores de pokémon atrás de Geodudes, só pq eles são fáceis de serem polidos e brilhantes…” disse o Prof. Foi um dia de caminhada com sol na medida certa, nem frio nem calor, e pude ver um Wipinbell, um grupo de Gloons e  até alguns skiploons. Além disso, também encontramos rastros de Vibrava, e até ovos de Ekans… foi um dia e tanto. Por fim, montamos acampamento novamente após nos encontrarmos com uma patrulha de dois Rangers Pokémons, Lucas e Sofia, que faziam ronda no local. eles ja conheciam o Prof. Miguel e ficamos um bom tempo conversando juntos no acampamento. Disseram q também estão tentando rastrear as pessoas que andam mudando as trilhas dos Geodudes e que suspeitam de que essas pessoas estejam vendendo esses pokemons clandestinamente.

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2 comentários em “São Roque de Minas

    • Lary… desculpa ter sumido viu… eu adoro escrever… prometo continuar ^^. Se vc der uma olhada nos posts e acompanhar o twitter vc vai ver q ando meio atarefado, mas não esqueci do blog viu…

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