Aswan

TEMPORADA 2 – EGITO

ETAPA 5 -ASWAN

  • SMS01  25/07 – Depois de nos despedirmos de Hilda, eu e Fernando seguimos até o aéro clube de Siwa onde pegamos um  voo até Aswan. É manha nesse momento, e posso ver atraves da janelinha do avião o sol nascendo no horizonte enquanto o desérto corre abaixo de nós. Na hora do almoço estaremos pousando em nossa última etapa da jornada pelo Egito.
  • SMS02  – Viajar de avião é uma coisa estranha. Ele te leva longe demais, rápido demais. Apesar de ter sido a mais longa viagem que fizemos no Egito, foi a mais tranquila sem dúvida. O avião bimotor pousou no aero clube de Aswan pouco antes do meio dia. O sol estava alto no céu, e as sombras apareciam firmes no chão. Todos os nossos pokémons estavam em suas pokébolas, pois ainda não conhecíamos direito o lugar. O aero clube fica a alguns quilometros da cidade, então pegamos uma condução fretada. O motorista foi gentil, e apesar de não entendermos muito do que ele disse, entendi que a cidade de Aswan é pequena o bastante para podermos nos aventurar em caminhadas despretensiosas. Agora estamos em um hotel chamado Old Cataract, um dos mais antigos de Aswan, e segundo consta, data de antes de 1899. É um belo hotel, e foi um dos preferidos da Elite inglesa durante a fase de colônia do país. Fomos muito bem recebidos, principalmente quando o balconista descobriu que eu era um enviado da Pokenational Geografic^^. Ganhamos um desconto considerável graças a isso, ainda bem, pois os custos de hospedagem nesse hotel histórico e luxuoso não são nada convidativos, como qualquer outro hotel 5 estrelas.
  • SMS03 – Passeamos um pouco pelo hotel, pois de acordo com os guias turisticos, esse é um lugar para se conhecer mesmo que não se hospede aqui. E acreditem, uma hospedagem aqui é para poucos, e por sorte consegui um extra ($) da produção, além do desconto, para ficar neste local. O Cataract hotel ja hospedou ícones como Agatha Christie (inspirou-a a escrever “Morte no Nilo”) e Margareth Thatcher. Sem contar que possuem acomodações especiais para aqueles que trazem seus animais e pokémons. Planejamos passar o resto do dia na piscina enquanto  o ar-condicionado refresca o quarto para dormirmos bem durante a noite. Sem dúvida será uma estada agradável e bem vinda, principalmente depois da dura e conturbada visita ao Oasis Siwa. Segue abaixo foto que fiz do terraço do hotel, onde podemos encontrar um café com vista para o Nilo.

  • sms04 – 26/07 – Acordamos cedo e descemos para desfrutar do café da manhã cinco estrelas. É difícil se acostumar com tanto luxo, e acredito que mais difícil ainda se acostumar com a falta dele ^^. Hoje planejamos apenas caminhar pela cidade para conhecer as localidades.
  • sms05 – Tomamos um café da tarde tranquilamente em uma estabelecimento nas margens do rio Nilo, de frente para a ilha Menphis. Assistimos uma demonstração artistica, onde um encantador de serpentes usava uma Ekans que saia dançando de um cesto de vime. Em outro local vimos um Aipon e seu dono fazendo malabarismos com maçãs. Aswan é uma cidade tranquila, e no fim do dia ficamos em uma praça e finalmente soltamos nossos pokémons para conhecerem a cidade. Agora estou no quarto do hotel, e ja jantamos. Meu Flareon está deitado em minha cama enquanto escrevo, e sei que ele vai deixá-la quentinha. Fernando está deitado na cama dele lidando com o celular enquanto seu pidgeotto descança no encosto de uma cadeira. Amanhã planejamos sair para procurar alguma coisa sobre os lendários Unow.
  • SMS06 – 27/07 – Foi uma noite confortável no hotel Cataract, tomamos um café da manhã e conversamos com o garçom para descobrirmos onde fica o centro pokémon. O garçom sorriu e disse que no próprio hotel existia um centro pokémon particular para os hospedes, me deixando ainda mais impressionado com a estrutura do lugar. No centro pokémon conversamos com a enfermeira Joy, que nos orientou sobre o pesquisador chamado Haije, um estudioso de pokemons misteriosos, nos explicando como chegar até seu centro de pesquisa.
  • SMS07 – foi um dia corrido, e Haije é uma excelente pessoa, atencioso, ficou entusiasmado quando eu disse que representava a Pokenational Geografic. ” Foi vc que registou a primeira aparição de um Articuno na Região de Kantishna, no Alaska, não foi?” – perguntou ele. Conversamos bastante durante a tarde e ele no mostrou seu centro de pesquisa. Um pequeno prédio de dois andares, muito bem equipado, onde dois outros pesquisadores ajudam com o “projeto unow”. Agora estamos de volta no hotel Cataract, e amanhã pela manhã Haije irá passar aqui para nos levar até o campo arqueológico, onde estão os vestígios dos lendários Unow.
  • SMS08 – 28/07 – Acordamos cedo eu e Fernando, e sabiamos que o dia seria cansativo. Todos os pokemons estavam em suas pokebolas, e descemos para o saguão do hotel onde Haije nos esperava. Fomos até a margem do rio Nilo a pé, enquanto o pesquisador nos explicava que suas pesquisas tem revalado coisas muito interessantes sobre os pokemons lendarios. Haije disse que os pokemons Unow possuem formas muito diversificadas, sendo a única espécie pokemon onde os indivíduos possuem traços totalmente diferentes um dos outros, mantendo o padrão de cor e linha esguia. Baseando-se nisso, ele buscou as similiadirades de cada forma de Unow e começou a procurar semelhanças na história de cada uma.
  • SMS09 – enquanto ficamos sentados no barco que nos levaria pelo Nilo até o parque arqueológico de Haije, tomamos um agradável café enquanto ele falava sobre suas descobertas. As semelhanças históricas que os Unow possuiam batiam com alguns hieróglifos muito usados pelas dinastias dos faraós da época. Assim, Haije acredita que o primeiro código escrito pela raça humana na verdade foi baseado no formato de cada Unow, e cada letra tinha o significado atrelado ao poder manifestado pelo Unow equivalente. Assim, se dois Unow juntos podem criar ilusões de óptica, então são aquelas letras que vão representar a palavra “imagem”. foi incrível ver como Haije se empolgava ao conversar conosco…
  • SMS10 – O barco seguiu rio acima e lentamente Aswan ficou para trás. Aportamos em um pier pequeno, e um land rover ja nos aguardava para taxiar-nos até o parque arqueológico. Chegando lá percebi que as ruínas de umantigo templo egípcio ainda estavam bem conservadas, e cinco grandes tendas levantadas no desérto serviam de abrigo para o pessoal que trabalhava nas escavações. Vários aparelhos de alta tecnologia estavam sob uma das tendas, e percebi q o projeto de Haije era realmente bem financiado.
  • SMS11 – Agora percebi um dos principais problemas de se montar um campo de pesquisas no desérto. A areia está em toda parte, até nas que vc menos espera ^^. Asparedes das ruinas localizadas próximas de Aswan estão repletas de figuras dos unow, e Haije acredita que essas são os primeiros sinais de linguagem escrita da humanidade.  ” Tenho certeza que podemos aprender muito com os unow se soubermos extrair da história que os envolve, o significado de cada símbolo. Entendendo esses símbolos, vamos traduzir tudo que temos nestas paredes e descobrir realmente quais eram as capacidade dos unow e o que ele significou para a humanidade além de inspirar a escrita” Disse Haije. Só então eu compreendi realmente a verdadeira importância do projeto de pesquisa deste cientista. Segue abaixo uma foto que fiz das ruinas, o visual é impressionante.
  • SMS12 – Agora estou sentado em minha cama mais uma vez, mas dessa vez é no quarto do hotel Cataract com todo o conforto. Resolvemos soltar os pokemons no quarto, e eles estão descansando também. Bulbasaur está na varanda do quarto, e snorunt deitado bem em frente ao ar condicionado ^^. Gentilmente Haije disse que nos levaria até o ginásio de Aswan, onde Fernando fará sua última batalha aqui no Egito. A viagem de volta do sítio de pesquisa foi tranquila, e descemos o rio Nilo até Aswan assistindo ao por do sol. Amanhã será um novo dia, e Fernando está lustrando suas insígnias, ansioso para a batalha.
  • SMS13  29/07 – Dormi feito pedra de ontém para hj, pois o dia de ontém com Haije foi exaustivo. Assim que descemos para o café da manhã ele nos aguardava, e até comeu conosco. Ele disse que  o líder de Aswan chama-se Hart, um descendente de ingleses, e sua família vive no Egito desde que a Inglaterra veio para construir ferrovias e “colonizar” o local. Hart parece ser um bom líder de ginásio e, de acordo com o que Haije disse, tem preferência por pokemons tipo inseto, trabalha muito bem com estratégias defensivas e é traiçoeiro.
  • SMS14 – Não precisamos caminhar muito pela pacata Aswan até avistarmos o ginásio de Hart, o líder local. Logo na entrada fomos recebidos por atendentes atenciosos que nos acomodaram em uma sala de espera confortável, onde tomamos suco de fruta e comemos biscoitos. Descobrimos que Hart estava ocupado resolvendo problemas que beedrills haviam criado ali nas proximidades, então não tinhamos outra opção a não ser esperar.
  • SMS15 – Felizmente não precisamos esperar muito, até que Hart apareceu vestindo uma estranha roupa de apicultor. Seu típico bigode inglês não o permitiria passar despercebio em lugar algum. Haije cumprimentou Hart e nos apresentou, e Hart ficou feliz por ter um desafio. Aswan é um ponto distante e poucos treinadores chegam até aqui, então a presença de Fernando é estimulante para o líder do Ginásio. O prédio abobadado é enorme em seu interior, e grande parte da arena fica abaixo do nível do chão, o que o faz parecer bem menor quando visto do lado de fora. Logo os desafiantes tomaram seus lugares na arena, e eu e Haije nos sentamos na arquibancada. Foi uma batalha incrível, e é difícil de descrevê-la. Hart estava muito bem postado na batalha, e manobras defensivas como esporos paralizantes e ataques venenosos foram sua estratégia contra meu primo. Venomoth, skorupi e Croagunk foram os pokemons que Hart usou. Fernando teve os pokemons debilitados, mas venceu. Dificil entender como aconteceu, mas…
  • SMS16 – A estratégia de Fernando foi muito eficiente, usando um ataque q nem eu sabia que seus pokemons tinham. Squirtle, charmander, e pidgeotto haviam aprendido uma técnica de ataque chamada “facade”, em que o pokémon mais debilitado fica mais forte. foi simples, e genial. Assim que Fernando ficou sabendo que Hart usava de preferencia pokemons tipo inseto, se preparou para diversos ataques debilitantes, e conseguiu vencer. ^^
  • SMS17 30/07 – Meu primo ficou animado com a insígnia que conseguiu aqui no ginásio de Aswan, e compreendeu que muitas vezes as circunstancias pendem para um ou para o outro lado em uma batalha. A única coisa que vc pode fazer é estar preparado. Estou agora no hotel Cataract, pensando como foi essa nossa grande aventura no Egito. Desde o Canal de Suez, passando por cidades históricas como Cairo e Alexandria, conhecendo o Oasis Siwa e descendo até o extremo sul em Aswan. PAssamos por tantas coisas que fica difícil nos lembrarmos de todas. Ganhei um companheiro novo, meu houndour, Fernando participou de um concurso de poké-arte, e nos aventuramos por ruínas a muito abandonadas pelo povo antigo. Entre batalhas e viagens, fomos sequestrados por pessoas que tentam usar os pokémons para seus próprios interesses. Essa foi outra lição que aprendi com a história do Egito. Sempre que um povo tenta usar a natureza indiscriminadamente, ele fatalmente sofrerá consequências duras… os pokémons são prova disso. Trate-os bem, e eles farão o mesmo com vc. ^^
  • SMS18 – Passamos a tarde toda conversando café do hotel, eu Fernando, Haije e Hart. A vista para o Nilo era hipnótica e a conversa foi amistosa enquanto tomávamos um delicioso chá gelado para aliviar o calor. Eu sei que precisaremos partir amanhã, pois o caixa da PokeGeo ficou vazio graças ao preço do suntuoso Hotel Cataract, e nem sei quando a PokeGeo irá participar uma terceira temporada de viagem, mas assumo com vocês que continuarei minha jornada, com ou sem patrocínio. Foi uma despedida triste enquanto eu via as águas do Nilo passarem. Hart, com todo o seu jeitão inglês fez apenas um pedido antes de partirmos: “Eu acompanho a PokeGeo a tempos, e gostaria muito de ver um aventureiro como você batalhando com o mais novo ganhador da insígnia de Aswan.” Disse ele olhando em minha direção. Fernando riu da idéia, mas eu não poderia negar esse pedido. A batalha ficou acertada para ser travada amanhã pela manhã no aero-clube onde pegaríamos nosso avião para o Cairo. Hart ficou visivelmente empolgado quando Fernando aceitou o desafio, e prometeu ser o juiz da partida.
  • SMS19 01/08 – Dormi mais tranquilamente do que o esperado na véspera de uma batalha pokémon. Durante o café da manhã o clima era muito amistoso e divertido. Tanto eu quanto Fernando sabíamos que seria uma batalha feita para nos divertirmos e exercitarmos nossos pokémons, mas eu tinha certeza que a chama da vontade de vencer queimava dentro dele, e eu não deixaria nada fácil. A batalha aconteceu, e foi uma das melhores que ja fiz. Meus pokémons se saíram bem, e Hart elogiou meu desempenho, então fiquei feliz com o resultado. Foi uma batalha melhor de três, e quem vence dois rounds ganharia a contenda. Vou contar pra vocês como tudo aconteceu:
  • SMS20 – Eu comecei chamando bulbasaur para a arena e, para meu desespero, Fernando chamou Charmander. Eu estava em desvantagem clara, e quando Charmander atacou com uma cuspida de chamas eu retirei meu pokémon da arena antes que fosse atingido, e escolhi Flareon para receber o golpe. Eu sabia que flareon era imune a fogo, as chamas apenas tornavam meu pokémon mais forte. Fernando sorriu com a estratégia, ele conhecia bem meu flareon, e mesmo assim manteve charmander na arena. Flareon atacou com uma poderosa rajada de calor chamada “super aquecimento”, que atingiu charmander em cheio. Eu sabia q ele poderia suportar ataques de fogo, mas Flareon estava mais forte, e charmander ficou bem abatido. Não foi difícil para flareon finalizar o primeiro pokémon de meu primo. Eu havia vencido o primeiro round.
  • SMS21 – Agora estou no avião seguindo para o Cairo, de onde partiremos para o Brazil… mas vou continuar contando como foi nossa batalha: Fernando chamou seu Hippowdown para a arena contra meu Flareon. Claro que meu Flareon era mais rápido que o Hippowdonw, e atacou com um forte golpe de alto impacto, usando as chamas como propulsão, uma técnica conhecida como “giga impact”. Hippowdown absorveu bem o impacto, apesar de ter ficado meio atordoado, mas o esforço para desferir o golpe obrigou Flareon a se recompor. O que deu tempo para Fernando ordenar um ataque de terremoto, que derrubou meu Flareon. Uma pena, mas enfim, Hart deu o segundo Round para Fernando.
  • SMS22 – O Egito está passando rápido lá embaixo enquanto o avião nos leva pro Cairo, e o último round da batalha foi sem dúvida o mais emocionante. Chamei Bulbasaur de volta para a arena, mantendo meu terceiro pokémon em segredo. Logo de início ordenei que meu Bulbasaur carregasse um raio solar, para disparar com força total. Prevendo o perigo Fernando chamou Hippowdown de volta para a pokebola. O próximo pokemon a cair definiria a batalha. O raio Solar disparado por Bulbasaur atingiu Pidgeotto que Fernando colocou na arena. Eu sabia que pidgeotto era resistente a ataques como o raio solar, e Fernando também conhecia essa resistencia. Mesmo antes de receber o raio, pidgeotto atacou bulbasaur de raspão com um ataque rápido… a batalha estava igual. Tentando eliminar a vantagem da velocidade de pidgeotto ordenei que Bulbasaur atacasse com esporos paralisantes. Logo em seguida percebi meu erro quando vi o sorriso no rosto de Fernando. Pidgeotto atacou logo em seguida com a poderosa técnica que havia derrotado Hart, chamada “Facade”. Bulbasaur tombou, e Hart deu a vitória para Fernando.
  • SMS23 – Agora que chegamos no Cairo e estamos esperando o avião para o Brasil, bateu uma saudade de tudo o que aconteceu durante o tempo que passamos no Egito. A história das localidades é simplesmente profunda e impressionante. É um país em que você sente a história em cada uma das ruas que você percorre, desde a grande Cairo, até a pequena e paradisíaca Aswan. Sem dúvida foi uma aventura e tanto acompanhar meu primo na busca por essas insígnias, e tenho certeza que seu clube esportivo ficará muito satisfeito em tê-lo como treinador pokémon. Agradeço a PokeGeo e a todos que acompanham o blog pela atenção. Conhecer a história do Egito e as diversas formas como ela se mistura com os pokémons foi maravilhoso, e me fez perceber como as pessoas se envolvem de diferentes formas com essa realidade, desde os pesquisadores, os líderes de ginásio, até os rangers. Não vou me esquecer dos centros pokemons, da atenção e dos cuidados das enfermeiras Joys… Segue abaixo uma foto minha e de Flareon no Cairo. De certa forma é triste ver o Egito ficando para trás… por outro lado é sempre bom voltar pra casa. Abraço para vocês, e continuem acompanhando o blog ^^

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9 comentários em “Aswan

    • Sem dúvida Dragão… Ash é imbatível. A diferença é que as cronicas pokegeo se passam em localidade reais, sob o ponto de vista de uma única pessoa. Porém, mais uma vez, Ash e pikachu são demais ^^ (gosto do Brock tbm)

  1. cara, suas histórias são tão realistas q eu fico com inveja!!!
    na minha opinião, suas aventuras são melhores q as de Ash, em locais reais, e vc sabe como criá-las, mesmo se fossem baseadas em fatos reais! parabéns pelo excelente trabalho! vamos combinar uma coisa: sou desenhista pokémon; vc cria as histórias, eu ilustro e a gente faz um livro! tô falando sério, o nome podia ser: As aventuras pokémon de Guikao no Egito. q tal?
    aguardo resposta
    Lary the Fox, a Raposa Poké-maníaca Desenhista 😛

    • Fico muito feliz por vocês gostarem das crônicas, esse reconhecimento é sem dúvida emocionante, pois escrevê-las envolve muita pesquisa e trabalho (por mais singelo que seja o texto), visto que muitas informações são de fato reais no que diz respeito as localidades. Peço desculpas pelo andamento lento do desenvolvimento das narrativas, mas confesso que estou me empenhando em melhorar o ritmo.

    • E aí Lary!!! Sem dúvida é uma ótima idéia, o problema é que Pokémon é uma franquia registrada da nintendo, e não podemos fazer nada oficial que leve o nome “Pokemon” sem prestar as devidas contas… ou seja, um desenho aqui e outro ali tudo bem, mas publicar o livro com histórias “não oficiais do mundo pokémon” é outra coisa…
      Mas então… vc disse que desenha, né? Vc não tem nenhum flicker, ou DevianArt pra mostrar suas obras?

  2. pow kra! muito show suas histórias! aa ash o caramba!!! suas historias são + legais!
    espero ler + aventuras em breve! e uma batlha contra seu primo ae ia ser bom! ele parecer ser entendido dos pkm…
    abraço ae kra!

    • A idéia é justamente puxar os pokémons pra uma levada mais realista, como se eles existissem mesmo em nossa realidade, e tentar imaginar como seriam as ligas pokémons, os clubes, os torneios internacionais, e até as coisas mais básicas, como cidades e hotéis (o hotel Cataract existe, é conhecido internacionalmente, então imaginei que seria pertinente quartos especiais para quem possuísse pokemon…)

  3. ae cara, muito legal suas história. A maneira como voce mescla realidade com ficção é muito legal. Sempre tive vontade de fazer algo parecido, pois sempre imaginei como seria o mundo com pokemons. Sua narrativa me inspirou a fazer algo parecido, que ja comecei a fazer algumas histórias aqui. Continue o trabalho que tá muito legal.
    abraço!

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