Katmai

TEMPORADA 1 – ALASKA

ETAPA 5 -KATMAI

  • SMS01 01/06 – Chegamos de madrugada, pouco antes do sol raiar, entrando no terreno de Katmai após pedir permissão pelo rádio, navegando pelo Rio Douglas em direção ao sul. De acordo com Fábio ele estaria me esperando no Centro Pokemon de Katmai. Aportamos em um pier e um policial Jeny nos esperava para me conduzir através da reserva Katmai. Finalmente chegou a hora de me despedir de Taylor. O homem do mar tinha de zarpar, e me deu um abraço forte. A feição brava habitual desapareceu em um sorriso, e sei que sentirei saudade dele.
  • SMS02 – Eu e a policial Jeny fomos de caminhonete até um posto de guarda onde pude descer e tomar um café. Dormi pouco durante a viagem de barco e estou cansado, mas a vista no parque Katmai é revigorante. Agora estou na caminhonete, seguindo com a policial que gentilmente está me levando até o centro Pokémon. Espero encontrar Fábio por lá e descobrir o que ele está fazendo por esses lados.
  • SMS03 02/06 – Agora estou acordando no Centro Pokémon da reserva Katmai. Encontrei Fábio ontém a tarde e conversamos bastante. Ele me disse que veio para a reserva Katmai buscando o “santuário das chamas”, um local especial para se treinar pokémons do tipo fogo. Descobri então, no Centro Pokémon, que em 1912 uma erupção vulcânica mudou a vida de todos na região, e seu centro foi aqui, em Katmai. Na cidade de Kodiak, onde eu estava a poucos dias, o sol desapareceu por 3 dias, e o céu ficou escuro por causa de fumaça e névoa despejada pelo vulcão. Foi a maior erupção vulcanica do século 20, e Fábio está tentando encontrar o Santúário das Chamas, uma espécie de academia mística para pokémons de fogo, que surgiu com a erupção. Após o almoço conheceremos um guia que nos levará nessa aventura.
  • SMS04 – Assim que terminamos o almoço, Steve chegou no Centro Pokémon. Steve é um pesquisador pokémon, conhecido pelo seu conhecimento especializado em pokémons tipo fogo. Vestia um abrigo escuro, gorro de lã e luvas, usava óculos com lentes circulares e tinha um sorriso tímido. Ficou curioso com relação a presença da PokeGeo na região, e tivemos uma longa conversa sentados a mesa. Partimos logo em seguida. Agora estamos montando acampamento, pois Steve disse que o Santuário das Chamas não pode ser alcançado de outra forma a não ser caminhando, e precisamos descansar. Estamos em uma bela planície, e Fábio está brincando com seu torchic a beira da fogueira. Amanhã vamos chegar nas proximidades do Santuário.

Katmai plain

  • SMS05 03/06 – Amanheceu e logo começamos a marcha pelo campo novamente. O terreno lentamente foi se alterando, transformando-se em um misto de paisagem lunar com desérto fumegante. Steve disse que estávamos entrando no Vale das 10.000 fumaças. Ele surgiu depois da erupção do vulcão Novarupta, em 1912, e ainda é quente e fumegante. Existem traços da erupção por todo lado e um misto de neve e cinzas cai do céu com frequência. Tropecei em uma pedra estranha quando desciamos um monte e peguei para ver. Estava suja, mas depois que limpei ganhou uma coloração flamejante. Fábio olhou e disse que parecia uma Pedra de Fogo, e Steve concordou com ele. Pedras de Fogo são comuns no vale e ajudam pokémons tipo fogo evoluírem em sua cadeia evolutiva. Eu decidi testar…
  • SMS06 – Agora estou deitado em meu saco de dormir, dentro da barraca. A frente de nosso acampamento estende-se o vale das 10.000 fumaças. A pedra era realmente uma pedra de fogo. Meu eevee evoluiu e transformou-se em Flareon, e agora tenho um pokémon tipo fogo tbm. Fábio e Steve disseram que meu flareon parece saudável e cheio de energia, e Fábio disse que seria legal batalharmos. Então marcamos uma batalha amanhã pela manhã e Steve será o juiz.
  • SMS07 04/06 – Pela manhã eu e Fábio batalhamos! E foi emocionante. Ele começou o primeiro round com seu gigantesco Slaking, e eu com meu velho amigo Lairon. Lairon levava desvantagem, mas heróicamente conseguimos derrubar o gorila de Fábio. Óbviamente Lairon ficou muito debilitado e perdeu o próximo round para o Torchic de Fábio, que atacou forte com um “esmagamento de pedras”. Então chamei Flareon pela primeira vez. Fábio sorriu com aquilo, pois era um duelo de pokémons tipo fogo no vale das 10.000 fumaças, uma coisa inesquecível. Flareon é imune a ataques tipo fogo, então Torchic não teve chances, e tombou. Fábio chamou então um pokémon que eu não esperava, marshtomp. Era um tipo água e tinha claras vantagens sobre flareon, mas no vale das 10.000 fumaças ataques tipo água não têm a força que constumam ter, pois as chamas moram nesse local. Foi isso que decidiu a batalha. Flareon estreiou com vitória e eu fiquei muito feliz. Fábio sorriu com o resultado, era a primeira vez que eu o vencia, e me propôs uma revanche assim que o torchic dele treinar no santuário das chamas.
  • SMS08 – Caminhamos bastante pelo cenário desolado do vale, até chegarmos a uma escadaria esculpida direto na rocha que desce para a escuridão do subterrâneo. Steve disse que é um túnel de lava esculpido pela erupção. Seguindo o túnel chegaremos até o santuário das chamas. Agora estou me preparando para deitar, e Steve disse que amanhã poderemos passar o dia todo no santuário. O túnel é húmido e escuro e torchic nos ajudou a acender tochas para iluminar o local. Amanhã, conhecerei um local místico, onde pokémons de fogo aparecem para aprender ataques raros.
  • SMS09 05/06 – Seguimos pelo túnel de lava durante toda manhã, até chegarmos em uma grande arena subterrânea. Era um espaço de batalha emoldurado com rochas vulcanicas escuras e cercada por uma torrente de lava fervente. Apenas por uma estreita ponte de rocha é possível chegar até a arena. Ao centro da arena estava um velho senhor, com barba longa e, sobrancelhas densas. Steve nos apresentou a ele, seu nome era Kaitak, o senhor do santuário das chamas. conversamos longamente com ele, enquanto ele avaliava nossos pokémons tipo fogo, e aprendemos muito sobre o poder das chamas. Agora estou sentado conversando com Steve, e Flareon está conosco, enquanto Fábio treina com Kaitak e Torchic. Segue uma foto minha e de Fábio, no dia que eevee evoluiu.

Guikao e Fabio

  • SMS10 – No fim da tarde, enquanto eu ouvia as lições de Kaitak, Fábio treinava ainda com Torchic. Foi então que todos se surpreenderam com uma coisa fantástica. Torchic evoluiu para Combusken e aprendeu vários ataques de uma só vez!!! Seria esse o efeito do santuário das chamas? Talvez, mas de qualquer forma, empolgado com o treinamento, Fábio me desafiou para uma revanche amanhã. Estou ansioso para que Flareon batalhe contra combusken no santuário das chamas.
  • SMS11 06/06 – Na manhã seguinte do dia em que batalharíamos, Kaitak nos fez passar por um ritual de batalha, fazendo desenhos de símbolos em mim e em Fábio com cinzas de vulcão. Steve disse que qualquer batalha oficial no santuário das chamas era uma solenidade que deveria ser devidamente preparado. O ritual oferecia a batalha ao lendário Ho-oh, um pokémon quase divino, pássaro da luz e das chamas, que olha pelo coração dos homens e dos pokémons.
  • SMS12 – Batalhamos durante a tarde, e o santuário das chamas rugiu com o poder de nossos pokémons. Os ataques flamejantes de Flareon eram devastadores, pois ele havia absorvido o calor do local com uma habilidade chamada “flash fire”. Fábio e seu combusken não se deixaram abater. Por duas vezes achei que combusken não resistiria, mas resistiu e talvez, naquele momento, treinador algum pudesse vencê-los. Fábio e combusken estavam mostrando por que haviam vindo até esse local sagrado, lutando como uma força inabalável da natureza. Flareon não fez feio, mas não resistiu a velocidade e precisão dos ataques de Fábio. Foi uma batalha de poder contra habilidade, e a habilidade havia vencido, o que prova mais uma vez que eu ainda tenho muito o que aprender sobre batalhas pokémon.
  • SMS13 07/06 – Kaitak ficou muito feliz com a batalha, e disse que ambos os pokémons haviam aprendido muito nesses dois dias, e me falou que meu pokémon havia aprendido mais do que eu (Oo!), e eu precisava me esforçar mais. Era hora de partir, e Kaitak me presenteou com uma relíquia pokémon chamada “garra ligeira”. Era um pingente que foi pendurado no pescoço de Flareon, feito com uma garra de Dragonite, o pokémon mais rápido do mundo. Ela ajudaria meu pokémon a se mover mais rápido. Para minha surpresa Fábio disse que ficaria mais tempo no santuário das chamas, pois ja tinha seis insígnias e precisava treinar para conseguir as outras duas e entrar para a seletiva pokémon pan-americano. Dei um abraço forte nele e em Kaitak, e depois parti. Deixando um amigo e treinador para trás, mas tendo certeza de que vou reencontrá-lo em breve. E então Flareon vencerá do duelo de fogo.
  • SMS14 – Caminhamos de volta para o centro pokémon, eu e Steve, e Steve me disse que nunca havia visto uma batalha como aquela. Havia sido grande, e provavelmente ouviriamos falar de Fábio nos noticiários esportivos pokémon. Enquanto conversavamos um problema surgiu. Nosso caminho estava bloqueado, por um deslizamento de rochas, e tinhamos duas opção, tentar passar pelas rochas ferventes, ou atravessar uma cortina de fumaça e enxofre que nos cercavam. Uma última aventura me aguardava.
  • SMS15 -08/06 – Acordei no acampamento que eu e Steve montamos. No fim do dia de ontém Lairon foi um herói. Com um forte golpe de corpo o pokémon blindado enfrentou as rochas ferventes e abriu caminho. Ele caminhou conosco até o anoitecer. Agora estamos vendo o centro pokémon na distância, e estou me despedindo do vale das 10.000 fumaças, um local de beleza exótica e de história impressionante.
  • SMS16 – Foi sem dúvida uma aventura e tanto. Apertei a mão de Steve, e o pesquisador me disse que manterá contato com a pokénational geographic, e que eu ficarei sabendo de seu progresso nos estudos. Do centro pokemon peguei uma carona com a policial Jeny até uma pista de pouso, onde um piloto da PokeGeo me esperava. Agora estou voando para Anchorage, de onde pegaremos um avião maior e seguiremos de volta para casa. Aprendi muito nessa aventura pelo Alaska. Conheci pessoas maravilhosas, e vi fenômenos surpreendentes. Coisas que a natureza ainda guarda para nossos olhos, mistérios de magia pokémon ainda não explicados. Desde a aurora boreau de Kantishna, passando pela grande cidade de Anchorage, as geleiras de Seward, a natureza selvagem de Kodiak, e as fumaças de Katmai. Cada canto guardando uma fração infinita da beleza que resiste ainda no mundo. Dos pokémons lendários como o belo Articuno, dos fortes como Ursaring e Walrein, até os mais simples como Numel e Maril, cada um mostrando uma característica única que os faz especial, como nós. Foi com Denai, Takti, Miki, Akant, Taylor, Sitka, Steve e Kaitak que aprendi uma coisa importante demais para se esquecer: Nunca saberemos tudo. O mundo não nos pertence, nós pertencemos ao mundo. O que tiramos dele, ele cobra de volta, por bem ou por mal. Cabe a nós decidir como nós mesmos seremos tratados. Olhando o Alaska lá em baixo pela janela do avião, ja sinto saudade das noites curtas e mal dormidas, do frio, da neve, dos nomes estranhos 🙂 Para aqueles que acompanharam aprimeira temporada, um obrigado honesto e verdadeiro, e espero que continuem me acompanhando na segunda temporada, onde muitas aventuras me aguardam (seja lá pra onde eu for). A bateria do celular está acabando agora…

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